segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

 

Ciclone de 1941: a marca que uma tempestade pode deixar

 

As tempestades são mais do que meros fenómenos naturais, sobretudo quando atingem as populações e causam estragos. Algumas deixam uma marca que perdura por décadas. Foi o caso do ciclone de 1941 em Portugal.

Esta foi uma das tempestades mais violentas a afectar o país inteiro. Estima-se que tenham morrido mais de cem pessoas, incluindo várias crianças, e que outras centenas ficaram feridas. Os estragos foram avultados: os telhados das casas voaram, as chaminés caíram, centenas de barcos afundaram-se. Por todo o país, milhares de árvores foram arrancadas com a força do vento.

A primeira vez que olhei com mais atenção para o ciclone de 1941 foi no dia de Natal. Ouvi falar nas fortes tempestades de vento e de neve nos Estados Unidos, que causaram várias mortes e impediram viagens pelo país coberto de gelo. Tentei perceber se já tinha havido um fenómeno de ciclogénese explosiva semelhante em Portugal. resposta foi "sim".

Não é um fenómeno assim tão raro. Basicamente, acontece quando a pressão atmosférica baixa abruptamente num curto espaço de tempo. O ciclone era o nome dado na altura: agora, seria considerado uma tempestade extratropical com ventos extraordinariamente fortes.

Há 82 anos, a 15 de Fevereiro de 1941, essa tempestade de vento afectou todo o país e ainda provocou danos em Espanha. A intempérie varreu o território continental de sudoeste para nordeste, de Sagres a Bragança. Houve zonas do país em que a força do vento foi mais devastadora. Em Alhandra, por exemplo, morreram dezenas de pessoas afogadas nas águas do Tejo.

Quando comecei a pesquisar o tema,encontrei relatos apavorantes desse dia nos jornais de então. Precisamente em Alhandra, o trabalhador João Pereira, que estava no mouchão mesmo em frente à vila, relatava ao jornal O Século o que tinha vivido. "Foi horrível", começava por descrever. E continuou:

"Eu, o meu filho, Vitorino Pereira, e mais 27 companheiros logo que a tempestade começou tomámos as precauções possíveis. Recolhemos o gado e fomos todos para o sótão da Abegoaria. O vento assobiava de tal forma que parecia querer levar tudo pelos ares. Mulheres e crianças choravam.

Em dado momento, o telhado voou em estilhas. Os gritos e as súplicas redobraram. Era um inferno!... E o vento cada vez a soprar mais forte! A água subia, inundando tudo. Não houve remédio senão utilizar o último recurso que nos restava: passámos para o telhado da casa dos bois. Depois, não sabemos explicar como aquilo foi! Não sei! Não posso explicar.

Veio uma onda. Outra. Fechei os olhos… Ao dar por mim, estava sobre uma esteira. Conforme pude agarrei outras duas esteiras, que flutuavam junto a mim. Serviram-me de recurso. Com esta espécie de jangada procurei alcançar terra no outro mouchão (terreno elevado no meo das lezírias pela acumulação de aluviões). Perto, seguia meu filho, lutando também com as vagas; mais atrás, três outros companheiros". 

Depois, conta como viu um pai e dois filhos serem levados pelas ondas do rio. "Parece que ainda os estou a ver… O Armando e o Manuel [de 19 e 13 anos] gritavam pelo pai. Este, esbracejando nas ondas, bem lhes queria valer, mas não podia. Houve um golpe mais forte de vento. As águas ergueram-nos a grande altura. Depois não mais consegui vê-los! Devem ter morrido, agarrados um ao outro. Quanto ao pai ainda o vi esbracejar para logo ser também engolido pelas vagas. Que horror". E findou: "Dos outros companheiros não sei. Devem estar mortos". No dia seguinte, eram mesmo dados como mortos no jornal.

Quando fui em reportagem, quem ainda se lembrava da passagem deste ciclone em Alhandra dizia que tinha sido um "demónio" de vento e de destruição. Até hoje, disse-nos o meteorologista do IPMA Paulo Pinto, nenhuma tempestade provocou tamanha destruição em Portugal, se analisarmos o território continental como um todo. Houve outros fenómenos intensos – como as cheias de 1967 ou a tempestade Leslie, em 2018 –, mas foram mais localizados. "Nada que se comparasse com isto...", garantiu o meteorologista.

Falei ainda com Rosária Cardoso, de 85 anos, que nos confiou que a única memória que tem do pai é do dia em que ele morreu por causa do ciclone. Foi na aldeia da Gralheira, no distrito de Viseu, que o seu pai, Joaquim do Simplício, foi atirado pelo vento e acabou por morrer. Ficou coberto de neve.

Este é também um retrato da situação em que vivia o país em 1941. É a história de como um desastre natural desfez num sopro o sustento de milhares de pessoas, que se dedicavam à pesca e à agricultura. Ficaram sem apoio num país marcado pela pobreza e pela ditadura. "Foi uma situação catastrófica para o país", resumiu-nos a geógrafa Adélia Nunes.

Apesar de ser uma tragédia do passado, permite-nos também olhar para o futuro. Mesmo não havendo provas de que as tempestades de vento, como esta de 1941, se possam tornar mais frequentes com as mudanças no clima, o que sabemos é que as alterações climáticas tornarão outros eventos meteorológicos extremos mais frequentes e mais intensos. Os avisos são claros – e a prevenção e adaptação não podem ficar para amanhã.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

 

A vaidade pode matar

 

Uma mulher jovem e rica da região do

 Nordeste Transmontano, que tinha cerca 

de 40 anos. Teve um problema muito de

 saúde.

Peramte essa gravidade patológica foi levada 

com muita urgência  para  hospital de 

Mirandela.

 Quando Lá chegou, sentiu  a dita chamada

 'da morte', que é uma situação pré-coma.

E, neste estado, ela disse que se tinha  

encontrado com Deus:

- Que é isso? - perguntou ao Criador

-  Então, eu já morri?

 Responde Deus:
- Não, pelos meus cálculos, tu morrerás

só daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e

 16 horas - respondeu o Eterno.
Ao voltar a si, refletindo sobre quanto

 tempo ainda tinha de vida. Resolveu 

 continuar ali no mesmo hospital para 

tratar bem do seu corpo por fora. Decidiu 

fazer uma boa lipoaspiração,  e uma 

grande plástica de restauração da barriga e 

dos seios, plástica no rosto, correção no nariz, 

das coxas, tirou todos os excessos, das 

ruguinhas e tudo mais que podia mexer para 

ficar linda e jovial.

Após alguns dias de sua alta médica. Como 

já estava mais elegante quis atravessar a rua a 

correr fora da passadeira como se tivesse 

quinze anos.

Ao atravessar essa dita rua, veio um veículo em

 alta velocidade e atropelou-a, matando-a de 

imediato.

Ao encontrar-se de novo com Deus, ela

 perguntou irritada:

-Afinal, O Senhor, disse-me que eu tinha

mais 43 anos de vida. Por que morri tão

nova? Depois de toda aquela despesa fiz com
cirurgias plásticas!
E Deus aproximou-se bem dela e, olhando-a

 diretamente bem nos olhos, respondeu:

- NÃO TE RECONHECI!...

Moral da história, a vaidade antecipa a morte!

 A Sua paz depende apenas de si


Ter paz é necessariamente que não

haja confusão, problemas ou

dificuldades. A paz é encontrada entre

 todos esses momentos quando se

 aprende a equilibrar a vida de um

 ponto de vista prático, emocional 

e intelectual.

 Os problemas da vida não vão parar,

no entanto, a maneira como você reage

 a eles determinará o quão grande ou

pequeno eles serão. 

Conselhos importantes

Esqueça o que os outros pensam

 de si, apenas faça o que ama

 com paixão, modéstia e honestidade.

 Não espere pelos aplausos, mas

faça as coisas porque quer e

 porque te fazem bem. Esta é a única.

 Ninguém pode controlar o comportamento

dos outros, quando alguém nos "irrita".

Muitas vezes é porque eles se

 comportam de uma maneira que não

 atende às nossas expectativas.

A frustração que surge em nós,

portanto, vem da diferença entre o que

 esperamos e o da maneira com que

se portam. Não se deixe levar pelos

 seus sentimentos e lembre-se de

que a calma é uma virtude.

maneira de realizar seus sonhos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

It´s necssary to have a good kNOW HOW


Um engenheiro eletrotécnico dos melhores 

classificados em Portugal, foi chamado para 

reparar um grande computador que estava avariado,

mas que valia 10.000.000,00. Era oque centralizava 

todos os outros computadores dos funcionários da 

empresa.

Quando chegou à empresa que tinha esse valioso

computador, retirou a tampa principal observou

as centenas de parafusos.

Pegou numa pequena chave de defendas e apertou

 um desses parafusos, ligou o computador  e começou

 a funcionar.

O empresário perguntou-lhe :

- Quanto é pelo seu trabalho senhor engenheiro?

- 1000 (mil euros). 

-Não acha que  é muito dinheiro por apertar um

 parafuso?

 Por apertar o parafuso e pela minha deslocação são 

70 euros apenas, mas para saber qual era são 930,00 

euros.

E disse-lhe :  

-Eu ganho pelo que sei e não pelo tempo que trabalho. 

O engenheiro said to cashier or treasurer of enterprise:

-The next break down this computer, you can call other

 technician with les back ground, who does this work 

more cheap than me. After you´ll give me the reason!

 

 

Não se amofine a vida é mesmo assim


 Depois do atentado do 11 de setembro de 2001 às 13,14.

Uma empresa que tinha o seu escritório num dos

andares do World Trade Center.  Convidou os seus

sócios e empregados para uma pequena reunião

num café.

 Por este facto sobreviveram ao ataque.

 Aquelas pessoas estão vivas pelas razões mais simples

 da vida, eram pequenos detalhes como esses:

- O diretor de uma pequena companhia chegou tarde

 porque foi participar de uma reunião de pais na escola

do seu filho.

-Uma mulher se atrasou porque o seu despertador não

tocou a tempos.

- Outro funcionário atrasou-se porque foi um caminho

diferente afim de chegar mais rápido e acabou

encontrar um engarrafamento de carros.

- Uma funcionária foi atingida por cocó de pombo e

precisou voltar a casa para mudar de roupa.

- Um dos sócios teve problemas ao ligar o carro e

precisou chamar um mecânico.

- Outro funcionário teve que atender um telefone que

acabou por chegar alguns minutos de atraso antes

do atentado. 

- Uma secretaria entrou em trabalho de parto.

- Um guarda da escuritas não conseguiu um táxi.

- Mas a história que mais me impressionou foi a de

um senhor que ficou com uma bolha no calcanhar,

 devido o seu sapato ser novo e antes de chegar ao

trabalho ele decidiu parar em uma farmácia para

comprar um curativo e por isso ele está vivo hoje.

- Agora, quando eu fico preso no trânsito, quando

 perco um  autocarro, ou atrasei-me porque tive que

 atender alguém e muitas outras coisas que me

 desesperaríam, penso primeiro:

Este é o lugar exato no que devo estar, nesse exato

 e precioso momento.

-Na próxima vez que a sua manhã for uma loucura,

que seus filhos demorem em se arrumar, ou que você

não esteja conseguindo achar as chaves do carro, não

 fique chateado ou frustrado. Pode ser que esse atraso

 lhe evite algum desastre.

 

VOCÊ ESTÁ EXATAMENTE NO LUGAR QUE

DEVERIA ESTAR, nesse grande quebra cabeça da vida.

 Aplique a gratidão agora e seja grato e pelas coisas

que tem e  porque está vivo.

 


A origem da burca


A burka, traje islâmico que cobre o rosto e

corpo da mulher, tem a sua origem num

culto à divindade Astarte, deusa do amor,

da fertilidade e da sexualidade, na antiga

Mesopotâmia.

Em homenagem à deusa do amor físico,

 todas as mulheres, sem exceção, tinham

de se prostituir uma vez por ano, nos

 bosques sagrados em redor do templo da deusa.

Para cumprirem o preceito divino sem serem

 reconhecidas, as mulheres de alta sociedade

 acostumaram-se a usar um longo véu em

proteção da sua identidade.

Com base nessa origem histórica, Mustapha

 Kemal Atatürk, fundador da moderna Turquia

(1923 – 1938), no quadro das profundas e

revolucionárias reformas políticas, económica

e culturais, que introduziu no país, desejoso de

 acabar de uma por todas com a burka, serviu-se

 de uma brilhante astúcia para calar a boca dos

 fundamentalistas da época.
Pôs definitivamente um fim à burka na Turquia

 com uma simples lei que determinava o seguinte:

«Com efeito imediato, todas as mulheres turcas

 têm o direito de se vestir como quiserem, no

entanto todas as prostitutas devem usar a burka».
No dia seguinte, ninguém mais viu a burka na

Turquia. Essa lei ainda se mantém em vigor.

 Assim, aqueles mais andrófilas ou ninfomaníacas

continuaram a ir aos bosques, mas quando vinham

de lá,traziam as burcas. Logo que chegavam às

 povoações retiravam as burcas!...