quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Alguns dos ditados populares

 A  ambição cerra o coração
 A pressa é inimiga da perfeição
 Águas passadas não movem moinhos
 Amigo não empata amigo
 Amigos amigos negócios à parte
 Água mole em pedra

 dura, tanto dá até que fura
 A união faz a força
 A ocasião faz o ladrão
 A ignorância é a mãe de todas as doenças
 Amigos dos meus amigos, meus amigos são
 A cavalo dado não se olha a dente
 Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não 
 ngana o mundo
 Antes só do que mal acompanhado
 A pobre não prometas e a rico não devas.
 A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
 A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
 A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
 A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
 A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
 A necessidade aguça o engenho
 A não noite é boa conselheira
 A preguiça é mãe de todos os vícios
 A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
 A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
 A pensar morreu um burro
 A roupa suja lava-se em casa
 Antes só que mal acompanhado
 Antes tarde do que nunca
 Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o
 desamparam
 Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
 As palavras voam, a escrita fica
 As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm 
 umas atrás das outras
 Até ao lavar dos cestos é vindima
 Água e vento são meio sustento
 Águas passadas não movem moinhos
 Boi velho gosta de erva tenra
 Boca que apetece, coração que padece
 Baleias no canal, terás temporal
 Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
 Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
 Boda molhada, boda abençoada
 Burro velho não aprende línguas
 Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
 Cada cabeça sua sentença
 Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
 Casa roubada, trancas à porta
 Casarás e amansarás
 Criou a fama, deite-se na cama
 Cada qual com seu igual
 Cada ovelha com sua parelha
 Cada macaco no seu galho
 Casa de ferreiro, espeto de pau
 Casamento, apartamento
 Cada qual é para o que nasce
 Cão que ladra não morde
 Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
 Com vinagre não se apanham moscas
 Coma para viver, não viva para comer
 Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
 Candeia que vai à frente alumia duas vezes
 Casa de esquina, ou morte ou ruína
 Cada panela tem a sua tampa
 Cada um sabe as linhas com se cose
 Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
 Casa onde entra o sol não entra o médico
 Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
 Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem 
 verga e tempo
 Com a verdade me enganas
 Com papas e bolos se enganam os tolos
 Comer e o coçar o mal é começar
 Dar às de vila diogo = fugir
 Devagar se vai ao longe
 Depois de fartos, não faltam pratos
 De noite todos os gatos são pardos
 Desconfia do homem que não fala e do cão que 
 não ladra
 De Espanha nem bom vento nem bom casamento
 De pequenino se torce o pepino
 De grão a grão enche a galinha o paparrão
 Devagar se vai ao longe
 De médico e de louco, todos temos um pouco
 Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
 Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
 Depressa e bem não há quem
 Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
 Depois da tempestade vem a bonança
 Da mão à boca vai-se a sopa
 Deus ajuda, quem cedo madruga
 Dos fracos não reza a história
 Em casa de ferreiro, espeto de pau
 Enquanto há vida, há esperança
 Entre marido e mulher, não se mete a colher
 Em terra de cego quem tem olho é rei
 Erva daninha a geada não mata
 Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
 Em tempo de guerra não se limpam armas
 Falar é prata, calar é ouro
 Filho de peixe, sabe nadar
 Gaivotas em terra, tempestade no mar
 Guardado está o bocado para quem o há de comer
 Galinha de campo não quer capoeira
 Gato escaldado de água fria tem medo
 Guarda o que comer, não guardes o que fazer
 Homem prevenido vale por dois
 Há males que vêm por bem
 Homem pequenino ou é velhaco ou dançarino
 Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
 Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos
 maus, serás pior do que eles
 Lua deitada, marinheiro de pé
 Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
 adrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
 Longe da vista, longe do coração
 Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
 Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
 Manda quem pode, obedece quem deve
 Mãos frias, coração quente
 Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
 Mais vale cair em graça do que ser engraçado
 Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
 Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num
 minuto
 Madruga e verás trabalha e terás
 Mais vale um pé no travão que dois no caixão
 Mais vale uma palavra antes que duas depois
 Mais vale prevenir que remediar
 Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
 Muita parra pouca uva
 Muito alcança quem não se cansa
 Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
 Muito riso pouco siso
 Muitos cozinheiros estragam a sopa
 Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
 Nuvem baixa sol que racha
 Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
 Nem tudo o que reluz é ouro
 Não há bela sem senão
 Nem tanto ao mar nem tanto à terra
 Não há fome que não dê em fartura
 Não vendas a pele do urso antes de o matar
 Não há duas sem três
 No meio é que está a virtude
 No melhor pano cai a nódoa
 Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
 Nem oito nem oitenta
 Nem tudo o que vem à rede é peixe
 No aperto e no perigo se conhece o amigo
 No poupar é que está o ganho
 Não dá quem tem, dá quem quer bem
 Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem
 segunda sem preguiça
 O saber não ocupa lugar
 Os cães ladram e a caravana passa
 O seguro morreu de velho
 O prometido é devido
 O que arde cura o que coça sara e o que aperta
 segura
 O segredo é a alma do negócio O bom filho à casa retorna
 O casamento e a mortalha no céu se talha
 O futuro a Deus pertence
 O homem põe e Deus dispõe
 O que não tem remédio remediado está
 O saber não ocupa lugar
 O seguro morreu de velho
 O seu a seu dono
 O sol quando nasce é para todos
 O óptimo é inimigo do bom
 Os amigos são para as ocasiões
 Os opostos atraem-se
 Os homens não se medem aos palmos
 Para frente é que se anda
 Pau que nasce torto jamais se endireita
 Pedra que rola não cria limo
 Para bom entendedor meia palavra basta
 Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
 Para baixo todos os santos ajudam
 Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
 Patrão fora, dia santo na loja
 Para grandes males, grandes remédios
 Preso por ter cão, preso por não ter
 Paga o justo pelo pecador
 Para morrer basta estar vivo
 Para quem é, bacalhau basta
 Passarinhos e pardais,não são todos iguais
 Peixe não puxa carroça
 Pela boca morre o peixe
 Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
 Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
 Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
 Quando a esmola é grande o santo desconfia
 Quem espera sempre alcança
 Quando um não quer, dois não discutem
 Quem tem telhados de vidro não atira pedras
 Quem vai à guerra dá e leva
 Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é
 tolo ou não tem arte
 Quem sai aos seus não degenera
 Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde
 o assento
 Quem nunca se enganou burro ficou
 Quem semeia ventos colhe tempestades
 Quem vê caras não vê corações
 Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece,
  tanto lembra que aborrece
 Quem casa quer casa
 Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
 Quem com ferros mata, com ferros morre
 Quem corre por gosto não cansa
 Quem muito fala pouco acerta
 Quem quer festa, sua-lhe a testa
 Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
 Quem dá aos pobres empresta a Deus
 Quem cala consente
 Quem mais jura é quem mais mente
 Quem não tem cão, caça com gato
 Quem diz as verdades, perde as amizades
 Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
 Quem não deve não teme
 Quem avisa amigo é
 Quem ri por último ri melhor
 Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
 Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
 Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
 Quem diz o que quer, ouve o que não quer
 Quem não chora não mama
 Quem desdenha quer comprar
 Quem canta seus males espanta
 Quem feio ama, bonito lhe parece
 Quem não arrisca não petisca
 Quem tem boca vai a Roma
 Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
 Quando um cai todos o pisam
 Quanto mais depressa mais devagar Quem entra na
 chuva é para se molhar
 Quem boa cama fizer nela se deitará
 Quem brinca com o fogo queima-se
 Quem cala consente
 Quem canta seus males espanta
 Quem comeu a carne que roa os ossos
 Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
 Quem muito escolhe pouco acerta
 Quem nada não se afoga
 Quem nasceu lagartixa não chega a lagarto
 Quem nasceu para a forca não morre afogado
 Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
 Quem não sabe é como quem não vê
 Quem não tem dinheiro não tem vícios
 Quem não tem panos não arma tendas
 Quem não trabuca não manduca
 Quem o alheio veste, na praça o despe
 Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
 Quem paga adiantado é mal servido
 Quem parte velho paga novo
 Quem sabe faz, quem não sabe ensina
 Quem tarde vier comerá do que trouxer
 Quem te cobre que te descubra
 Quem tem burro e anda a pé mais burro é
 Quem tem capa sempre escapa
 Quem tem cem mas deve cem pouco tem
 Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
 Quem tudo quer tudo perde
 Quem vai ao mar avia-se em terra
 Quem é vivo sempre aparece
 Querer é poder
 Recordar é viver
 Roma e Pavia não se fez em um dia Rei morto, rei posto
 Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
 Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
 Santos da casa não fazem milagres
 São mais as vozes que as nozes
 Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
 Todo o homem tem o seu preço
 Todos os caminhos vão dar a Roma
 Tristezas não pagam dívidas
 Uma mão lava a outra
 Uma desgraça nunca vem só
 Vale mais um pássaro na mão do que dois a voar

 Vale mais um toma que dois te darei
 Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
 Vozes de burro não chegam aos céus
 Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
  
SE CONHECEM MAIS ALGUNs, NÃO HESITEM EM
ADICIONÁ-LOS



















 


Segunda cidade debaixo de Coimbra

Há uma cidade perdida debaixo de Coimbra, mas
poucas pessoas sabem disso!
Uma cidade oculta que se localiza por baixo de Coimbra
 tem milhares de anos, mas mesmo assim é desconhecida
 pela maioria mesmo dos coimbricenses!
Chamavam-lhe Aeminium, e hoje, é um vestígio apenas.
Aeminium foi um importante entreposto comercial, a
 residência dos monarcas D. Henrique e D. Teresa, um
dos locais prováveis de nascimento de D. Afonso
Henriques, e, finalmente, cidade universitária e do
 conhecimento.
A antiga Aeminium deixou vestígios no presente. Um
 deles é o criptopórtico romano, localizado no Museu
 Machado de Castro. Os vestígios mais antigos de
Aeminium datam da era romana, quando aquele povo
 fundou a cidade, em colaboração e sempre protegida
 pela vizinha Conímbriga, a apenas 16 km de distância,
na localidade de Condeixa-a-Nova.
Contudo, quando os Suevos saquearam e destruíram
Conimbriga, em 465 e 468 d.C., os seus habitantes
tiveram de fugir para Aeminium, aumentando a
população local e ajudando a cidade a prosperar e a
 crescer.
O mais importante destes vestígios é o criptopórtico,
uma galeria de túneis subterrâneos com vários arcos no
topo, construído para suportar o Fórum Romano da antiga
 Aeminium. Durante a Idade Média, o palácio de um
membro do clero foi construído sobre o fórum, edifício que
 actualmente alberga o Museu Machado de Castro e que
 esconde o criptopórtico, que pode ser visitado entrando no
museu.
A plataforma artificial que suportava a estrutura manteve-se
 inalterada até aos dias de hoje e permite que, pela primeira
 vez na história, o público tenha total acesso ao fórum, uma
experiência que pode ser enriquecida pelas recentes
 descobertas

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Carta enviada a um professor inconsciente


Jovem escreve uma carta aberta ao professor que disse que “obrigar a
 beijar avós é violência”!
 Leafar um jovem português, decidiu escrever uma carta
aberta a esse professor universitário que afirmou no
programa “Prós e Contras” da RTP que “obrigar uma criança a dar
um beijinho aos avós pode ser considerado violência”.
As palavras deste professor ficaram entretanto virais nas redes
sociais.
“Carta aberta a um herói.
Caro  professor universitário não sei que o senhor defendeu num
  dia, no programa “Prós e Contras”, que “obrigar uma criança
 a dar um beijo aos avós é uma violência” e que por isso muitos dos
 jovens tornam-se violentos no namoro e na vida em geral.
Escrevo esta carta porque tenho orgulho de ter beijado os meus avós
 e que embora o tenha sempre feito, nunca fui violento ou ultrapassei
os limites de outra pessoa.
Ainda bem que os meus pais me obrigaram sempre a dar um beijo
 aos meus avós ou me “coagiram” a dar “bom dia” a quem conheço.
Ainda bem que os meus pais me puniram quando fui mal-educado
porque é a eles que devo aquilo que sou ou posso um dia vir a ser.
Não devo nada à escola pública ou ao Estado porque até esses
 foram sustentados em parte pelos meus pais.
No fundo a sua intenção é reforçar a ideia que os “progressistas”
tentam implantar na sociedade: que os pais devem ter cada vez
 menos poder na criação dos seus filhos. Não tenho medo de
 defender que são os pais que devem educar os próprios filhos e
não um professor universitário com tendências sadomasoquistas
 que participou num programa qualquer de televisão.
É um herói para aqueles que se intitulam de “progressistas” mas
que no fundo defendem apenas a frustração da sociedade.
É um herói para aqueles que vivem da vitimização. Num vídeo que
 publicou recentemente fez-se passar por vítima de uma qualquer
 “conspiração patriarcal” apenas porque dois médicos lhe
 perguntaram se tinha a certeza que queria realizar uma vasectomia.
Acusou subliminar esses mesmos médicos de preconceituosos, apenas
 por se preocuparem com as decisões dos seus pacientes.
É um herói para aqueles que vivem do ódio. O mesmo ódio que se
 disfarçava de compensação e alimenta discursos como o de uma
cronista do movimento “Capazes” que defendeu a “suspensão imediata
 de voto do homem branco”.
É um herói para aqueles que aclamam ministros por serem
 homossexuais quando o que apenas importa são as competências.
É um herói para aqueles que acham normal crianças de nove anos serem
 questionadas, num inquérito que circula pelas salas de aula, sobre o
 género com que se identificam ou se sentem atraídos.
Miúdos de nove anos não precisam de se preocupar com sexualidade.
Miúdos de nove anos devem brincar e aproveitar a inocência limitada
pela infância. Não precisam de se preocupar sobre se se identificam
 como homem, mulher ou “outros”. Não precisam de se preocupar
 sobre se gostam de rapazes ou de raparigas.
Portugal é um dos países que mais desrespeita o papel da paternidade.
 Os alunos portugueses passam praticamente mais 400 horas por ano
numa sala de aula em relação à média da OCDE. As regalias para quem
tem filhos são mínimas. Vivemos num país onde a criação de um jovem
 é feita cada vez mais na escola, enquanto o nosso sistema de ensino
 prova ser cada vez menos eficiente.
Talvez por isso, a crescente ausência dos pais leve os jovens a lidarem
precocemente com álcool e drogas. Talvez por isso um homem qualquer
 que nunca foi pai possa atacar na televisão esse mesmo papel. Esse
homem pode até ser professor, mas um professor ensina enquanto um
 pai educa.
Por isso, enquanto o senhor pertence ao “grupo de heróis” que ataca e
 corrói o valor mais importante da sociedade – o valor da paternidade
 – eu não tenho vergonha de pertencer ao grupo que beijou a avó
 quando o pai mandou e que por isso aprendeu a amá-la sempre que
 possível Tenho dito.”
Leafar



 


O saber dos anlunos do segundo ano (2ª Classe)


"O que se aprende com os miúdos do 2.º ano: é demais!

- Antigamente na França os criminosos eram executados
 com a Gelatina...
(Pelo menos assim não doía tanto!)

- Em Portugal os homens e as Mulheres podem casar. A isto 
chama-se monotonia.
(É frustrante que até na 2.ª Classe já pensam assim!)

 - Em nossa casa cada um tem o seu quarto. Só a mamã é que 
tem de dormir sempre com o papá.
(Um destino terrível!)

- Os meus pais só compram papel higiénico cinzento, porque já 
foi utilizado e é bom para o ambiente.
(Que bom!)

- Adoptar uma criança é melhor! Assim os pais podem escolher 
os filhos e não têm de ficar com os que lhe saem.
(Esta para mim é genial.)

- As vacas não podem correr para não verterem o leite.
(Que bom saber isso!)

- Um pêssego é como uma maçã só que com um tapete por cima.
(Nunca tinha pensado nisto.)

- Eu não sou baptizado, mas estou vacinado.
(Efectivamente deve ajudar mais.)

- Depois do homem deixar de ser macaco passou a ser Egípcio.
Isto ainda não sabia!
 - A Primavera é a primeira estação do ano. É na primavera que
 as galinhas põem mais os ovos e os agricultores põem as batatas.
- A minha tia tem tantas dores nos braços que mal consegue
erguê-los por cima da cabeça e com as pernas é a mesma coisa.
- Um círculo é um quadrado redondo.
- A terra gira 365 dias todos os anos, mas a cada 4 anos precisa
de mais um dia e é sempre em Fevereiro. Não sei porque.
 Talvez por estar muito frio.
- A minha irmã está muito doente. Todos os dias toma uma pílula,
mas às escondidas para os meus pais não ficarem preocupados.


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Dois senectos ex-bordeleiros ou alcouceiros


Dois gerontos decidiram recordar os velhos tempos, foram
 a um bordel. Pois, eles tinham sido bons frequentadores de
bordéis, lupanares, alcouces, prostíbulos e outras casas de
alterne durante  a noite. No período diurno ou hemero
frequentavam as rameiras, meretrizes ou barregãs que
usavam a Meia-Porta! (porta sem-aberta,para que os vizinhos
não ouvissem tocar à campainha, quando os filoginos iam 
mudar a água as  azeitonas ou melhores dizendo orquios.
Estes dois gerontos lisboetas, portanto, eram urbígenas
e urbícolas (naturais e residentes na Capital). Quando eram
 jovens, foram dois grandes filóginos que satisfizeram bem as
 ninfomaníacas ou andrófilas  dos seus conhecimentos e até
mesmo algumas monogâmicas, mas com forte tendência para
 a poliandria!
 Ao chegarem a um bordel, a dona, a alcoviteira olha para eles
muito admirada  e chama logo a funcionária da casa e diz:
-Reserve o quarto número 5 e 6 e coloque uma boneca 
insuflável em cada cama. Esses dois, que são tão velhos que
 não vão notar a diferença. Não vou perder tempo e dinheiro
 com esses dois octogenários!
 A empregada cumpriu as ordens da Lenocinia e, depois de alguns
minutos, cada velho entra em seu respectivo quarto para tentarem
 divertir-se! Embora a seu orgão fálico já não correspondesse à
erectalidade  desejada e ancestral.
Quando saíram, no caminho de volta para casa, um dos velhos diz:
“Acho que a mulher que esteve na cama comigo estava quase morta..”
“Morta?”
 – diz o amigo – Por que tu dizes  isso?
-Ela não se movia enquanto fazíamos amor, nem mexia a boca nem
os olhos!...
Pois poderia ter sido pior, disse o outro.
- Eu acho que a minha companheira era uma  witch (bruxa)!
-Uma bruxa? Porquê?”, Espantou-se o amigo.
-Bem... o que aconteceu é que enquanto estávamos nas
preliminares, eu dei uma mordida no pescoço e ela
começou a soltar um gás tão forte que fez com que minha
dentadura voasse pela janela!


Esquizofrenia social

Vivemos numa época em que querem que os padres se casem
 e que os casados se divorciem.
Querem que os heterossexuais tenham relações sem compromisso,
Mas que os gays se casem pela igreja.
Que as mulheres tenham corpos masculinizados, se coloquem
como homens e assumam papéis masculinos.
Querem que os homens se tornem "frágeis" e delicados e se
 comportem como se fossem mulheres.
Uma criança com apenas cinco ou seis anos de vida tem o direito
de decidir  e será homem ou mulher para o resto da sua vida, mas
um menor de dezoito anos não pode responder pelos seus crimes.
Não há vagas para os pacientes nos hospitais, mas incentiva-se 
que se financie quem quer fazer mudança de sexo.
Existe um acompanhamento psicológico gratuito para quem 
deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade,
mas não há nenhum apoio deste mesmo para quem deseja sair da
 homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se tentarem
 fazê-lo, é um crime.
Ser a favor da família e da religião é uma ditadura, mas urinar
 sobre os crucifixos, perturbar igrejas é liberdade de expressão.
Contudo estes paradoxos  senão é o fim dos tempos, deve ser o ensaio

Vocábulos usados no Norte de Portugal


 Quem é do Norte, conhece! Quem não é, aprenda!

1. Ádrede – de propósito
2. Aguça – Afia
3. Alapar – ficar no chão meio escondido
4. Andar de cu tremido – Viajar sentado num veículo
5. Arreganhar a tacha – Rir e mostrar muito os dentes
6. Banca – Pia de lavar a loiça
7. Basqueiro – Barulho
8. Beiçudo/Estar de beiças – Mal-humorado
9. Bergar a mola – Trabalhar
10. Bicha – Fila
11. Biqueiro – Pontapé  esquisito para comer
12. Biscate – Serviço temporário pago
13. Bisga – Cuspidela
14. Borra-Botas – Zé Ninguém
15. Breca – Cãibra
16. Bregalho – Pénis
17. Briol – Frio
18. Broeiro – Pessoa rude ou com maus modos
19. Bufar – Soprar
20. Cascos de rolha – Local longe (ou cujo nome a
pessoa não recorda)
21. Catraio(a)/Canalha/Canalhada – Crianças/Conjunto de
 crianças
22. Chaço – Objeto velho (especialmente carro)
23. Chibar – Revelar um segredo ou algo a quem não
 deveria saber
24. Choldra – Prisão
25. Chuço/Guarda-chuva – Chapéu de chuva, pau pontiagudo
26. Comer o caco – Confundir (no sentido, ‘não entendo,
estás a confundir-me’)
27. Cremalheira-- Dentes/Dentadura
28. Cruzeta – Cabide
29. Cunfias/Não dar cunfias – Confiança/Não dar confiança
30. Dar um bacalhau – Cumprimentar outra pessoa com
um passou-bem
31. Endrominar – Persuadir alguém (com más intensões ou
falsos depoimentos)
32. Esbardalhar – Cair
33. Esquinar – Olhar de lado
34. Está um barbeiro – Está muito frio
35. Estar com a piela – Estar embriagado
36. Estar com a rebarba – Estar de ressaca
37. Estar com a telha/com o tau – Estar rabugento
38. Esteio – Parvo
39. Esterqueira – Sujidade
40. Estrilho – Confusão (no sentido de comportamento)
41. Ficar sarapantado – Ficar assustado/muito surpreendido
42. Foguete na meia-calça – Fio que surge num collant
 rasgado
43. Gânfias – Unhas
44. Grizar – Rir
45. Jeco – Cão
46. Lapada – Chapada
47. Laurear a pevide/Serandar – Passear
48. Levar um pêro – Levar um soco/murro
49. Lingrinhas – Pessoa magra
50. Magnório – Nêspera
51. Mirolho – Pessoa que vê mal
52. Molete – Pão papo-seco
53. Morfar – Comer
54. Morrinha – Chuvisco
55. Naifa/Naifada – Faca/Levar uma facada
56. Não vale um chabeiro – Não vale nada
57. Paleio – aquilo a que se chama ‘ter muita garganta
’ quando alguém fala demais ou é confiante de mais
58. Palheiro – Local sujo/confuso
59. Palheta – Rasteira
60. Parolo – Que tem maus modos ou não se veste
/comporta bem
61. Persiana – Estore
62. Peta – Mentira
63. Picheleiro – Canalizador
64. Pincho – Salto
65. Portinhola – Braguilha (referente à abertura das calças)
66. Ráfia – Fome
67. Regar – Mentir
68. Repas – Franja
69. Sabugos – Cutículas das unhas
70. Saraiva/Saraivada – Granizo
71. Sebadola – Pessoa suja ou que se suja com facilidade
72. Ser atabalhoado – Ser trapalhão/desajeitado
73. Sertã – Frigideira
74. Sostra – Preguiçoso(a)
75. Surbia – Cerveja
76. Testo – Tampa do tacho
77. Traquitana – Carro velho
78. Trengo – Trapalhão/desajeitado/totó
79. Trunfa/Gadelha – Cabelo grande e desajeitado
80. Vai dar uma volta ao bilhar grande – Mandar alguém
 sair do caminho (especialmente em situações de zanga)
81. Vai-me à loja – Vai passear (no sentido de ‘não me chateies
82  Bolir-- trabalhar
83  Reco --porco
84  Preixigo -----pêssego malacoto