quinta-feira, 7 de março de 2024

 

 

 Deus quer sejámos bem humanos

 

Todos sabemos que a convivência diária com

outras pessoas requer de nós, entre tantas,

duas virtudes muito importantes: sabedoria

e a tolerância.

 É comum esperarmos que as pessoas pensem

 e ajam segundo as nossas expectativas, nos

 esquecem de que cada indivíduo é único, e

dono do seu universo.

Por mais graves que pareçam ser as possíveis

 falhas do nosso próximo, não o repreendemos

num prejulgamento. Se alguém usa de maldade

connosco, procuremos nele algo de bom para

erguê-lo, pois, pode ser a chance para que ele

possa resgatar seu lado positivo.

É sempre difícil julgar os outros em situações

ou opiniões que divergem da nossa. Como nos

 apropriar da consciência alheia e sentirmos a

realidade de um coração e mente que não nos

pertencem? Prejulgar é um erro quando não se

conhece a realidade. Esperemos! O passar do

 tempo trará clareza para uma correta e justa

avaliação.

Além do que, antes da crítica, lembremos de

que, dela também nós não estamos isentos.

Quantas vezes somos complacentes em excesso

connosco mesmos, e não percebemos a rigidez

com que fustigam o nosso próximo em precoce

julgamento?

Se há quem nos elogia as possíveis virtudes, há

sim quem nos lembre nossos defeitos. Se há

quem nos auxilie para um futuro promissor, há

 quem nos constranja apontando deslizes do

 passado. A tolerância com o próximo e o

 reconhecimento dos próprios erros são garantias

de uma convivência harmoniosa e feliz.

Pensemos um pouquinho no perdão que esquece

o mal e aviva o bem.

 

Quando as mulheres falam dos

 homens

Hodiernamente algumas mulheres

 queixam-se muito dos homens.

 E dizem que os homens são todos

Iguais.

O Leafar pergunta:

Essas mulheres, ainda querem mais

 dos homens?  Só se forem andrófilas,

 ninfomaníacas ou  até bordeleiras.

Como elas chegarem a essa conclusão?

 daí poderá inferir, que já experimentaram

 com muitos homens na clino!....

Para alguns homens certas mulheres

são como os livros,  ficaram endrominados

só pela capa. Depois de analisarem todo o

conteúdo, foi a grande surpresa!

 Na próxima deuterogamia fá-la-ei com uma

 quarentona arqueóloga. Porque quanto

mais velho eu ficar, mais ela gostará de mim!

 

 

Encontro casual entre dois transmontanos

 

O Leafar e Rui, há já alguns que anos, que se 

não viam. Por coincidência encontraram-se

numa rua  na Cidade de Évora. 

Onde estavam a passar férias na Messe 

Militar desta urbe.  

Ambos, tinham sido camaradas na arte bélica.

Num dos cafés da Praça Geraldes, os dois

estiveram a comentar os recentes acontecimentos

sobre a propaganda política, que está a ser tão 

maldizente uns dos outros.

Dizia o Leafar:

- Já não acreditava em qualquer boa solução

 democrática para nosso país. Parece que os 

partidos só lutam por bons empregos para eles 

e seus apaniguados. Ou seja uma  espécie de 

nepotismo e ou sinecurismo.

Perante essa desilusão. Perguntou o Rui

- E porquê?

 Porque a primeira consulta democrática de

que há memória foi a de Pôncio Pilatos ao 

povo:

 - Quem quereis que vos solte, Cristo ou 

Barrabás.

 E o povo escolheu o ladrão!

 a resposta deixou o Rui a meditar!...

O povo às vezes escolhe muito mal!...