domingo, 9 de julho de 2017

O Bezunta

Há muitos anos, que um sem abrigo gordo e forte, com cerca
40 anos de idade, que viveu  nas ruas de Almada mais de 20 anos.
 Ele não pedia nada a ninguém nem roubava, mas tinha sempre  um
ar agrssivo para toda gente, e chegou a agredir jovens, quando o viam
a virar os caixotes do lixo para retirar os restos de comida. que era o
 seu principal alimento.
Há pouco tempo viu-o em Lisboa, alguém o levou para lá talvez,
compulsivamente!

Eu decide fazer este soneto em relação ao seu comportamento

                                  O bezunta

O néscio tem estomago como um triturador 
Come todos  os restos e nada lhe faz doença         
Quando se abaixa vesse o orgão reprodutor 
Ao expõr-se e mostra uma certa insolência 


Ele nunca se lava , só usa sórdidos fatos
A fragrância que exala é  pura agressão
Quando caminha expele tantos flatos
Que parece defecar-se por sublimação


Imita soldado a  marchar a toque de caixa  
Expele flatos de alto som como um  tambor
Toda a residente que tem a janela baixa


Depressa a fecha ao vê-lo passar na rua
Não o quer ver, nem sentir o seu odor
A matéria fecal de alho e  a cebola crua

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